A COMPANHIA
Fundada em 2013, a Cia. de Dança Lápis de Seda tem como principal objetivo a inclusão, formação e profissionalização de pessoas com deficiência, que compõem 60% de seu elenco principal. Essa proposta inclusiva e inovadora é o resultado de mais de vinte anos de trabalho e pesquisa relacionados à dança como ferramenta essencial para o desenvolvimento de novas formas de inteligência, como o caminho para explorar e expressar a própria identidade no âmbito individual e enquanto parte de um grupo.


E MAIS...
A Lápis de Seda é uma companhia de dança relativamente nova. Apesar dos menos de dez anos de existência, nosso trabalho é o resultado de anos, décadas de estudos, com um objetivo nobre, mas muito difícil: expressar, no palco e fora dele, que inclusão não é só uma possibilidade, mas uma necessidade.
Incluir não é fácil, especialmente quando comparado à ideia de excluir. Vivemos ainda em uma sociedade que exclui e segrega pelo simples motivo de não conhecer o outro, não conseguir se colocar no corpo do outro. Um corpo diferente, uma forma de pensar, de viver e se expressar diferente.
Durante sua trajetória, a Cia. já criou e desenvolveu espetáculos de dança que viajaram por várias capitais do país, sempre seguindo a proposta de mostrar novas possibilidades de inclusão.
Direção Artística e Coreografia: Ana Luiza Ciscato
Ensaios: Roberta Oliveira
Bailarinos: Ana Flávia Piovezzana dos Santos, Aroldo Gaspar Pereira Filho, Deivid Velho, Fabio Yudi Iokomizo, Gabriel Guterres da Rocha, Maura Marques, Paulo Soares, Roberta de Oliveira, Silva Gevaerd Conceição
Professores: Maura Marques, Roberta Oliveira
Psiciologa: Patricia Kuiriki


DIREÇÃO
ANA LUIZA CISCATO
PROFESSORA, PSICOPEDAGOGA E COREÓGRAFA

Ana Luiza Ciscato usa a dança como ferramenta para a inclusão, formação e profissionalização de pessoas com deficiência. A Cia. de Dança Lápis de Seda é o resultado de um trabalho de mais de 25 anos de pesquisas e práticas, que começou com a aplicação do método cubano de Psicoballet em crianças e jovens com diversas questões sociais, psicológicas, intelectuais e motoras na cidade de São Paulo. De lá para cá, agregou outras técnicas e vivências ao trabalho, incluindo o método DanceAbility, técnicas de teatro, dança contemporânea e, principalmente, buscando sempre novas formas de olhar e escutar, explorando as deficiências e eficiências de cada um e brincando com as misturas entre corpos na sala de aula e no palco.
Em 2003, fundou a Estação Dançar, primeira escola de dança com foco em inclusão de Florianópolis. Em 2012, o grupo Apae Dança Florianópolis foi convidado para participar do espetáculo que abriu os Jogos Náuticos da Olimpíada, na Inglaterra. Para os bailarinos do grupo, com e sem deficiência, e para a Diretora Artística e coreógrafa, foi uma experiência inédita de ocupar novos espaços, conhecer novos lugares e novas pessoas. De volta ao Brasil e inspirada por essa experiência, funda a Cia. de Dança Lápis de Seda, que busca possibilidades cada vez mais inovadoras de inclusão, promovendo criações de espetáculos e estabelecendo um grupo sólido, profissional e inclusivo de bailarinos. Dirigiu e coreografou os seis (6) espetáculos que compõem o repertório da Cia de dança Lápis de Seda: “Convite ao Olhar” (2015), “Será que é de éter?” (2017), “CASA” (2019), “Nós” (2020), Masculino Diverso (2022) e Desapego (2022)

